Mito ou Verdade: stress faz o cabelo cair?


Que atire a primeira pedra a pessoa que nunca se preocupou com a queda de seu cabelo.

Certamente, a queda dos cabelos é uma das condições que mais impactam a qualidade de vida dos indivíduos. Isso porque é um problema que age diretamente no estado psicológico de muitos adultos, não importa se são homens ou mulheres.

Insatisfeitos com o que veem refletido no espelho, os adultos acometidos por esse problema têm suas autoestimas e autoconfianças diminuídas, prejudicando todos os setores da sua vida e, nos casos mais extremos, podendo, ainda, levar à depressão.

Um dos grandes obstáculos no tratamento da queda capilar é o desencontro de informações no que se refere às causas e opções de tratamentos.

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Por esse motivo, tornou-se extremamente necessário desmistificar tais informações para que todos que estão passando pelo problema possam ter acesso às informações corretas e decidir o melhor caminho a seguir quanto às suas opções para eliminar a causa.

Hoje vamos explicar porque o stress pode ser uma das principais causas para a queda de cabelos e vamos mostrar como uma solução simples e natural pode contribuir para combater o problema.

Entenda como o stress contribui para a queda capilar

Infelizmente, a ansiedade pode ser considerada o mal deste século e, dela, provêm várias outras doenças de cunho emocional que causam ou aumentam os níveis do cortisol – o hormônio do stress – o que contribui intensamente para a queda de cabelo.

Embora viver estressado seja uma condição quase que comum à maioria das pessoas do mundo, nem todos experienciam a queda de cabelo porque estão com níveis de stress altos.

O stress, infelizmente, também é o causador da hipertensão, afecções gastrointestinais, distúrbios psicológicos, entre outros. Por isso, é possível afirmar que esse mal pode atuar de forma diferente nos diferentes organismos.

Um grupo de pesquisadores alemães conduziu um estudo sobre a relação entre o stress e os folículos pilosos (raízes dos cabelos) em ratos.

Resumidamente, a conclusão deste estudo indicou, entre outras coisas, o seguinte: as situações de stress dão origem à liberação de substâncias químicas (como o NGF, o fator de crescimento neural) na derme.

Essa liberação atrai células inflamatórias do sistema imunológico para próximo das raízes dos cabelos, as quais vão inflamar a região ao redor das raízes, fenômeno conhecido como inflamação neurogênica.

A inflamação neurogênica, por sua vez, estimula a morte celular da matriz do cabelo, que é responsável pelo crescimento capilar. Se a matriz do cabelo morre, é esperado que a queda dos cabelos aconteça.

Portanto, é totalmente correto afirmar que o stress provoca a queda capilar.

Situações extremas também estimulam a queda capilar

E essa não é uma pergunta; é uma afirmação. Intimamente atrelado ao stress, as situações em que o corpo e a mente são expostos às condições extremas de condições ou comportamento.

Entenda-se por situações extremas atletas de alta performance, que realizam treinos e dietas extremamente intensas e radicais antes de competir; pessoas com distúrbios alimentares como anoréxicos e/ou bulímicos, entre outros.

Workaholics, expressão em inglês que se refere às pessoas viciadas em trabalho, também entra nesse grupo. Essas pessoas se enterram em escritórios, hospitais, empresas e reduzem suas interações sociais, incluindo as com a família.

A sobrecarga de stress nesses organismos provocam alterações metabólicas importantes que contribuirão não somente para a queda de cabelo, mas para o surgimento de outras complicações graves físicas ou emocionais.

Essas pessoas deverão ser submetidas a tratamentos em ambos os âmbitos, por meio de correções nutricionais para que seus organismos voltem a ficar equilibrados e por meio de intervenção medicamentosa ou terapias psicológicas/psiquiátricas para restabelecer seu equilíbrio emocional.

Autoavaliação: como saber se estou estressado?

O diagnóstico de qualquer doença só pode ser confirmado por um médico, porém a pessoa estressada apresenta alguns sinais que sugerem que está na hora da pessoa procurar ajuda antes que o problema se agrave.

Sinais como:

• Mandíbulas contraídas e dor intensa na ATM (articulação temporo-mandibular);
• Bruxismo (ranger dos dentes) ao dormir;
• Dores de cabeça frequentes, principalmente após situações estressantes;
• Tremores (de leve a moderado) nas mãos. Esses tremores tendem a se intensificar após uma discussão ou situações em que a pessoa fique ansiosa ou muito irritada;
• Dores no pescoço e espasmos musculares. A pessoa está constantemente “travada”;
• Zumbidos no ouvido e tonturas ou vertigens;
• Urticárias ou erupções na pele que se agravam após situações de intenso nervoso ou irritação;
• Dores de estômago, azias, náuseas e até vômitos. Esses sinais, se prolongados, podem evoluir para gastrites e outras complicações gastrointestinais; e,
• Falta de ar, dificuldades em respirar que podem estar associados ou não a ataques de pânico, entre outros.

Além destes sinais, o auto teste abaixo tem como objetivo confirmar a necessidade de procurar um médico.

Leia as frases e some 1 ponto para cada resposta afirmativa, meio ponto para “talvez” e 0 para as negativas. Confira o resultado logo após as frases (fonte: melhorcomsaude.com):

• Seus amigos e familiares falam que você não para nunca e que está sempre ocupado e preocupado.
• Você costuma passar da alegria para a sensação de desânimo com muita facilidade. As mudanças de humor são frequentes.
• Você está sem trabalhar ou gostaria de trocar o seu trabalho atual.
• Você está preocupado com assuntos financeiros ou familiares, a ponto de perder o sono.
• Você sente que precisa de mais tempo para si mesmo.
• Você sente culpa ou rancor por temas e assuntos passados.
• Você consome refrigerantes, café, tabaco e/ou álcool com frequência.
• Você gostaria de conseguir comer de forma mais balanceada.
• Você é uma pessoa superprotetora e sofre pelo que acontece com os demais.
• Você tem dificuldade para dormir bem e descansar durante a noite.
• Você tem dores e espasmos musculares.
• Você gostaria de mudar algumas coisas em sua vida.

Agora some os pontos e confira os resultados a seguir:

Entre 9 e 12 pontos: você provavelmente já sabe que está vivendo um momento de estresse muito alto em sua vida. É importante enxergar a gravidade da situação para poder enfrentá-la. Além de mudar a alimentação, praticar atividades físicas e eliminar os maus hábitos, talvez seja necessária uma grande mudança na sua vida como um todo.

Entre 6 e 8 pontos: você passa por momentos de ansiedade, nervosismo ou irritabilidade que reduzem a sua qualidade de vida no dia a dia. Dê prioridade ao que o seu corpo lhe pede para evitar chegar a um ponto que traga consequências graves para a sua saúde.

Entre 3 e 5 pontos: seu corpo está começando a dar sinais de estresse, mas como tudo é inicial, há tempo de resolvê-lo. Priorize uma alimentação balanceada, pratique atividade física e não se esqueça de encontrar tempo para relaxar e se dedicar a você mesmo.

Entre 0 e 2 pontos: o estresse não é uma preocupação grande na sua vida atualmente. Pode-se dizer que você consegue manter um dia a dia saudável e com boa qualidade de vida.

Como combater o stress? Conheça 5 alimentos que podem solucionar o problema

São pequenas mudanças na sua vida diária que podem fazer toda a diferença no combate ao stress. Além de eliminar os hábitos sabidamente maléficos, como tabagismo e o sedentarismo, manter uma alimentação equilibrada pode fazer milagres para a sua saúde!

Esses 5 alimentos não só nutrirão o seu organismo, mas atuam ativamente no combate ao stress.

Que tal inclui-los em sua alimentação? São eles:

Peixes e frutos do mar: além de super saudáveis por terem níveis reduzidos de gordura, esses alimentos são potentes aliados contra a depressão. O salmão e a sardinha, por exemplo, são fontes ricas de ômega 3 e 6 ainda protegem e garantem a saúde do coração.

Espinafre e brócolis: (e todos os legumes de coloração verde-escura) ajudam a prevenir a depressão. Esses alimentos são fontes ricas de ácido fólico, as vitaminas A, C e do Complexo B, entre outros, que ajudam no bom funcionamento e na proteção do sistema nervoso.

Frutas cítricas: laranja, limão, morango, acerola, kiwi, e outras frutas e alimentos que são fontes ricas de vitamina C são importantíssimos no combate ao stress, pois atua nos níveis de cortisol, o hormônio do stress. A vitamina C tem papel importante na manutenção do sistema imunológico, garantindo maior energia e disposição para a realização das atividades do dia a dia.

Nozes e castanhas: ricas em selênio, magnésio, zinco, vitamina B2, entre outros, consumir nozes e castanhas contribui para o bom funcionamento do sistema nervoso, mais especificamente na produção da serotonina, o hormônio do bem-estar e do prazer.

Grãos integrais: por seu alto teor de fibras, esses alimentos atuam diretamente no funcionamento do intestino, inclusive no que se refere à absorção dos nutrientes provenientes dos alimentos. Além disso, os grãos integrais também contribuem para a manutenção da produção e liberação da serotonina.

Considerações finais

O que deverá ser concluído ao ler esse texto é que as escolhas de seus hábitos podem influenciar diretamente seu estado geral de saúde e ter papel importante na queda dos cabelos.

Todos nós estamos sujeitos às situações estressantes e que colocam nossos limites a prova, porém, se não nos preocupamos com nossa saúde, poderemos perder nosso bem mais precioso.

Sendo assim, cuidar dos níveis de stress é fundamental para que se tenha uma qualidade de vida satisfatória. Além disso, é correto afirmar que o stress também é uma das causas da queda capilar.

Uma investigação minuciosa pelo médico poderá ser fundamental para que a condição seja identificada e as medidas necessárias possam ser tomadas para as correções necessárias que culminarão na redução – e até na eliminação – da queda dos cabelos.

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