O que fazer quando a exaustão toma conta do seu corpo, e ainda assim precisa continuar trabalhando?


Sabe quando a exaustão bate na sua porta? Quando você está super cansado e, mesmo assim, precisa dar conta dos compromissos assumidos e terminar aquela tarefa? Mas o corpo, coitado, já não aguenta mais… As dores estão tão espalhadas que até a cabeça começa a doer… Essa exaustão pode parecer inexplicável já que você está parado, utilizando apenas as faculdades intelectuais de sua mente, não é mesmo? Utilizando apenas o computador.

O que fazer, nessa hora, para continuar com suas atividades de uma maneira produtiva, sem dor e com saúde? Mesmo que você gaste um pouquinho de tempo, considero importante compreender o porquê das suas dores. Em geral, quando nos submetemos a atividades exaustivas, em que a exigência é quem determina o comando das coisas, não sobra espaço na nossa consciência para observarmos o nosso corpo. E, assim, deixamos de perceber necessidades básicas, como descanso, mais água, mais alimento. Independentemente dessa (falta de) percepção, continua vigorando um sistema paralelo de funcionamento do organismo, trata-se do sistema nervoso autônomo (SNA), que é aquela parte do nosso organismo que (graças a sábia natureza) subsiste para liberar hormônios necessários para que as funções vitais orgânicas funcionem. Essas funções – como acelerar ou desacelerar o coração, contrair ou dilatar a pupila, relaxar os vasos sanguíneos, etc. – acontecem para que todas as demandas do nosso corpo sejam atendidas, estejamos atentos a ele ou não.

Acontece que quando estamos submetidos a situações de pressão, como num estresse, o SNA reconhece que estamos sob ameaça, e libera hormônios como cortisol e adrenalina, para que os músculos possam continuar trabalhando, trabalhando, e o sistema cardiorrespiratório continue mais produtivos. Nesse modo de funcionamento acontece uma outra coisa: os músculos do corpo podem ficar em demasiada contração, os vasos sanguíneos e os nervos podem também ficar comprimidos. E, nessa condição, geralmente ficamos muito irritados. Uma quantidade menor de sangue alcança o cérebro e com isso nos toma aquela sensação de abatimento, seguida por uma intensa dor de cabeça, as famosas cefaleias por tensão muscular.

Opa, mas se você conseguiu compreender o que está acontecendo com o seu corpo já venceu a primeira etapa. Já percebeu o que pode estar acontecendo com ele. Com esse saber, você, de alguma maneira, fez com que sua consciência se aproximasse mais do seu corpo, e sem deixar de lado o contexto do seu trabalho e de suas tarefas do dia a dia. A exigência em cumprir com os compromissos já não pode mais deixar de lado o zelo pelo seu corpo e por sua saúde, pois sabemos que muitas das doenças surgem como fruto desse abandono do nosso organismo.

O passo seguinte é aprender a relaxar. A ser proativo com ele. Esse relaxamento traz tantos benefícios que poderia escrever páginas e páginas para falar deles.

Aqui vou dar apenas duas dicas. Uma delas é para você relaxar a parte de trás do corpo, o que chamamos de cadeia muscular posterior, que envolve os músculos das costas, das coxas, pernas, pescoço e ombros. Você consegue isso automassageando a sola dos seus pés, pisando numa bola de tênis, por exemplo. Logicamente, você deve tirar seus sapatos e deixar que toda a extensão da sola dos pés seja massageada. Você pode aproveitar para também girar os ombros e perceber que o efeito dessa prática permite que seus ombros fiquem mais soltos e o pescoço, mais relaxado. Com isso o seu cérebro fica apto a receber mais sangue, estando, portanto, mais oxigenado. Você também sentirá um alívio geral espalhar-se pelo seu corpo.

A segunda dica é respirar! Preste atenção no seu corpo ao respirar. Não apenas no nariz. Perceba se o abdômen está se movimentando (e não apenas a região alta do peito). Quando o abdômen também se expande e se contrai, isso é sinal de que os pulmões estão assimilando mais profundamente essa energia que nos é dada pela respiração. A respiração também é capaz de nos acalmar e até nos ajuda a ser pessoas mais produtivas e criativas em nossas atividades do dia a dia.

Não se esqueça: sua vida vale muito mais do que apenas esse momento que está exigindo de você resultados e mais resultados em seu trabalho.

Mas, não acredite nessas ideias. Pratique e tire suas próprias conclusões! Saúde!

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1 comentário

  • Google agosto 24, 2020

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